Os deputados devem promover a compilação de leis redundantes e inusitadas, que proliferam em todas as áreas governativas, sintetizando-as em leis únicas, mais completas e inteligíveis.
Em vez de haver um professor/a do 1ºciclo a leccionar os diferentes conteúdos lectivos à mesma turma, colocar professores especializados para cada disciplina.
Difundir, junto dos jovens, a ideia de que o futuro também passa pelo sector primário. Maior apoio a todo este sector, principalmente na pesca.
Reforço da participação comunitária a nível de um projecto educativo nas escolas, de modo a facilitar o acesso à educação aos estratos mais carenciados.
Limitação de mandatos na Assembleia , tal como existe nas autarquias. Esta renovação permite a renovação de valores e ideias.
Continuar a apostar na criação de estágios profissionais. A aposta na educação só faz sentido se continuar lado a lado com as oportunidades de emprego.
Fazer mais pelo ambiente. Criar mais ecopontos, ecocentros por todo o país, para que todos possam fazer a separação do lixo.
Medidas que criem mais emprego. Todas as medidas têm sido positivas face ao país que temos.
Corrigir as injustiças sociais. Ex: A partir de Janeiro de 2010, integrar os subsídios de natal e férias no vencimento mensal, quer tenha recibo verde ou contrato a prazo, quer esteja efectivo.
Continuação do plano tecnológico. Apostar nas energias renováveis. Olhar para o turismo como um verdadeiro potencial de desenvolvimento. Investir na formação dos jovens de todo o país.
Garantir a continuação do Plano Tecnológico. É por aí que o governo deve ir, sempre com a perspectiva de melhorar o que já existe.
Incluir cada vez mais as pessoas na vida política, por exemplo, nos orçamentos participativos. Insistir no 12.º ano como escolaridade obrigatória. Apostar ainda mais nos estágios profissionais.
Apostar mais na cultura. Criar parcerias entre as escolas dos vários níveis de ensino, de modo a que os alunos fossem regularmente ao teatro, assistir a um ballet ou a um concerto, por exemplo.
O Governo deve manter a mesma linha de ideias. Mais investimento, mais obras públicas (como o TGV e o novo aeroporto).
Os deputados deviam ser eleitos por zonas, para que a relação com os cidadãos seja mais próxima.
Continuação do projecto Inov Jovem e da existência de estágios profissionais remunerados. Continuar com a política de investimento público na economia.
Políticas de discriminação positiva com o interior do país. Manter uma ligação entre o litoral e o interior do país.
Implementar mudanças na educação que preparem os portugueses para um futuro mais tecnológico, mais desenvolvido e com muito maior exigência nas competências das pessoas.
Ultrapassar a crise e colocar Portugal ainda mais forte após esta.
Dar continuidade às medidas que o Primeiro-Ministro tem tomado para que Portugal consiga tomar um rumo que ultrapasse ou iguale a Europa.
Portugal precisa de manter uma visão moderna, europeia, uma visão do Primeiro Mundo.
Não impedir que as PME’s tenham acesso a linhas de crédito pelo facto de terem dívidas fiscais.
Continuar a apostar na formação profissional dos jovens, nomeadamente no ensino superior.
Construção de rampas de varação para as embarcações. Permitir o trabalho na frente urbana da Costa da Caparica, no horário preconizado pelos pescadores.
Procurar novas soluções para a crise. Apostar, fundamentalmente, na política e na justiça.
Deveria existir uma politica que incentivasse a troca de livros escolares entre alunos, de forma a que as famílias não despendessem tanto dinheiro com os mesmos.
É necessário mobilizar a sociedade e o poder para que possamos assistir a uma quotidianização da cultura.
Apostar na geração dos 20/30 e promover junto destes um programa de incentivo e mobilização para a produtividade e eficiência.
Converter as velhas escolas primárias do interior em pontos turísticos/camas de abrigo, no sentido de reforçar as acções turísticas desenvolvidas no interior do país.
Apoiar o turismo sénior através das IPSS, alargando as suas actividades e fazendo com que funcionem também ao fim-de-semana.
Maximizar o investimento feito ao nível tecnológico e transformá-lo agora na produção de ideias.
Proceder ao pagamento dos subsídios de férias e natal, ao longo do ano. Acabar com o pagamento especial por conta. Permitir o pagamento do IVA após a emissão do recibo e não no pagamento da factura.









